"Gosto de venenos porque sou imortal.
Escrevo coisas que sangram mais que pele ferida
- e sou feliz.
Feliz como a mãe que traz ao mundo
o filho prematuro e lhe vê sorrir.

As palavras são mundos distantes e sinceros,
onde invento o meu irreal..."


quinta-feira, 25 de novembro de 2010

E, então, decidi nunca mais escrever. Minha vingança será deixar-me ser sem a leveza absurda das palavras. Doerá? Eu sei que doerá, pois que é sofrido engolir-me assim, sem água que ajude a molhar a garganta. Minha poesia andará na secura dos meus olhos, pedindo o aconchego de uma noite perdida, e não haverá uma só palavra que me distancie da ausência.
Eu inteira serei uma ausência.
Eu sei que doerá, minha vingança é cruel. Meu legado será um intenso e rútilo nada.

8 comentários:

Michelle disse...

muito bom.

EMPOEMAMENTO disse...

Pausa!


Beijos Vermelhos,

Mi e ChicO!

Bárbara disse...

PAUSA eterna pra eu entender isso aqui, não tenho toda essa capacidade intelectual. FATO HÁ

Poetinha Feia disse...

Muito legal!

A Pausa

A ausência

O vazio

Pleno!

Bj

Pense Nisso... disse...

simplesmente lindo ..

um eterno desnudar... disse...

suspiro... espero que esteja blefando... jogo sujíssimo!!! não demore? por gentileza!!!

bjs

claudia valois

um eterno desnudar... disse...

suspiro... espero que esteja blefando... jogo sujíssimo!!! não demore...por gentileza!!!

claudia valoiso

Amanda Julieta disse...

Pausa para desfrutar da alegria de ver você aqui, Claudia, escritora maravilhosa.

Um beijo.

Um beijo em todas.