"Gosto de venenos porque sou imortal. Escrevo coisas que sangram mais que pele ferida - e sou feliz. Feliz como a mãe que traz ao mundo o filho prematuro e lhe vê sorrir. As palavras são mundos distantes e sinceros, onde invento o meu irreal..."
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Não sei da poesia senão o estranhamento
Os fantasmas são meus Vida livre e absurda São meus os cânticos de morte E as noites fartas de mim mesma Não sei da poesia senão o estranhamento Fique de fora.
1 comentários:
Sra. Gurjão
disse...
Neguinha!
Não sei como colocar minha impressão em palavras. Tudo o que vc escreve tem uma beleza incomum, como você.
1 comentários:
Neguinha!
Não sei como colocar minha impressão em palavras. Tudo o que vc escreve tem uma beleza incomum, como você.
Je veux nos après-midi du soleil.
Je t'aime.
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