"Gosto de venenos porque sou imortal.
Escrevo coisas que sangram mais que pele ferida
- e sou feliz.
Feliz como a mãe que traz ao mundo
o filho prematuro e lhe vê sorrir.

As palavras são mundos distantes e sinceros,
onde invento o meu irreal..."


segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Sobre mentes desordenadas

Hoje é o prelúdio do nada.
Mas não dói. É como se apoderar da beleza estonteante das notas vazias, dos sambas desertos, das chuvas solitárias. Parece triste, eu sei. Tentei fotografar o meu momento de candura abstêmia, mas não havia nada.
O mundo é de uma profundidade que não dói, seus átomos sinceros sobre meu corpo pagão.

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