Hoje é o prelúdio do nada.
Mas não dói. É como se apoderar da beleza estonteante das notas vazias, dos sambas desertos, das chuvas solitárias. Parece triste, eu sei. Tentei fotografar o meu momento de candura abstêmia, mas não havia nada.
O mundo é de uma profundidade que não dói, seus átomos sinceros sobre meu corpo pagão.
Mas não dói. É como se apoderar da beleza estonteante das notas vazias, dos sambas desertos, das chuvas solitárias. Parece triste, eu sei. Tentei fotografar o meu momento de candura abstêmia, mas não havia nada.
O mundo é de uma profundidade que não dói, seus átomos sinceros sobre meu corpo pagão.
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