"Gosto de venenos porque sou imortal.
Escrevo coisas que sangram mais que pele ferida
- e sou feliz.
Feliz como a mãe que traz ao mundo
o filho prematuro e lhe vê sorrir.

As palavras são mundos distantes e sinceros,
onde invento o meu irreal..."


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Do silêncio

Queria tanto ouvir a voz dela, que apertou os olhos bem apertados e a imaginou dentro de um pensamento. Ela surgia em lentidão, como um poema que surge nos poros de um poeta e se arrasta em silêncio dentro do seu corpo-palavra. Que dizer a ela dentro do delicioso gosto do seu pensamento?
Definitivamente, nada.
Sentou-se em uma pedra e permaneceu em mudez. E ela, como um poema sem palavras, continuou a fazer-se a si, dentro da beleza do ciclo da criação.

4 comentários:

Bruna Behrens disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Bruna Behrens disse...

Para dizer que ainda leio e que suas palavras existirem ainda se adjetiva como importante. E que achei que caiu um pouco alguns posts atrás, mas quem não cai?

um eterno desnudar... disse...

minha linda...você sempre me supreende....

Adriana disse...

Parabéns, lindas palavras.