Queria tanto ouvir a voz dela, que apertou os olhos bem apertados e a imaginou dentro de um pensamento. Ela surgia em lentidão, como um poema que surge nos poros de um poeta e se arrasta em silêncio dentro do seu corpo-palavra. Que dizer a ela dentro do delicioso gosto do seu pensamento?
Definitivamente, nada.
Sentou-se em uma pedra e permaneceu em mudez. E ela, como um poema sem palavras, continuou a fazer-se a si, dentro da beleza do ciclo da criação.
Definitivamente, nada.
Sentou-se em uma pedra e permaneceu em mudez. E ela, como um poema sem palavras, continuou a fazer-se a si, dentro da beleza do ciclo da criação.
4 comentários:
Para dizer que ainda leio e que suas palavras existirem ainda se adjetiva como importante. E que achei que caiu um pouco alguns posts atrás, mas quem não cai?
minha linda...você sempre me supreende....
Parabéns, lindas palavras.
Postar um comentário