"Gosto de venenos porque sou imortal.
Escrevo coisas que sangram mais que pele ferida
- e sou feliz.
Feliz como a mãe que traz ao mundo
o filho prematuro e lhe vê sorrir.

As palavras são mundos distantes e sinceros,
onde invento o meu irreal..."


terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Todos os dias, o pôr-do-sol trazia a imagem do homem no jardim. Ele, jardineiro que era sem o ser, capinava e semeava sonhos. Eram, de fato, mais sonhos do que girassóis. Antes dele, ela-eu era ela? Era, mas faltava alguma coisa necessária. E depois dele?
O deserto.

2 comentários:

Empoemamento disse...

Adoramos sonhos e adoramos Girassóis!


Beijos Vermelhos,

Mi e ChicO!

Márcio Jorge disse...

Que o jardim dos sonhos traga sempre o encantamento de suas palavras... Estava sumido, mas já voltei! Beijos querida.