"Gosto de venenos porque sou imortal.
Escrevo coisas que sangram mais que pele ferida
- e sou feliz.
Feliz como a mãe que traz ao mundo
o filho prematuro e lhe vê sorrir.

As palavras são mundos distantes e sinceros,
onde invento o meu irreal..."


quarta-feira, 16 de março de 2011

Quis evitar-me em ti, mas como num livro ainda não escrito, como numa história ainda não contada, todos os meus caminhos eram teus. Que dizer da grandeza absurda de ler-te as palavras numa noite voraz?
Ela havia chegado, belíssima, infinita. E toda a doçura do mundo se fez em mim.

3 comentários:

um eterno desnudar... disse...

explica-me esse efeito que suas palavras sentidas me causam?

Poetinha Feia disse...

Que bonitinho!

Tão cheio de sentimentos...

Bj

Maísa Picasso disse...

Arrasou ;)