"Gosto de venenos porque sou imortal.
Escrevo coisas que sangram mais que pele ferida
- e sou feliz.
Feliz como a mãe que traz ao mundo
o filho prematuro e lhe vê sorrir.

As palavras são mundos distantes e sinceros,
onde invento o meu irreal..."


domingo, 5 de junho de 2011

Cheguei em casa e nem reparei que o vídeo game não estava na estante. E nem reparei que a Havaiana 42 não estava jogada no meio da sala. E nem reparei que não tinha pratos sujos na pia.
Mas, depois, percebi que o meu fandangos estava intacto sobre a mesa e, depois do depois, descobri que estava só.
Pela primeira vez, tive essa estranha sensação, a descoberta de estar só no mundo, essa agonia indiscreta e sincera.

E agora, que ele foi embora, tudo parece pequeno.

1 comentários:

Maurício Luz disse...

\o/ adoro fandangos