"Gosto de venenos porque sou imortal.
Escrevo coisas que sangram mais que pele ferida
- e sou feliz.
Feliz como a mãe que traz ao mundo
o filho prematuro e lhe vê sorrir.

As palavras são mundos distantes e sinceros,
onde invento o meu irreal..."


sábado, 13 de agosto de 2011

Sobre a falta de tempo para escrever

De repente, vi-me contra a parede de uma vida cada vez mais atribulada e esquecida. Seria dramático demais dizer "esquecida"? Talvez seja... Mas é assim, eu juro que é assim, porque você vive todos os dias e, no final das contas, não viveu foi nada. E, depois, só lhe resta ficar todo balzaquiana e existencialista, perguntando-se incansavelmente a si mesma dos mistérios (que não são propriamente mistérios) e das razões.
Viver ou deixar-se viver?

Eis a questão.

2 comentários:

Pense Nisso... disse...

Todos nos perguntamos isso... e eu acho que não deixei de viver... nem tudo da certo porém tem momentos que valem a pena com as pessoas que a gente gosta. bjos

Rafaelle Donzalisky disse...

Caramba! faz tempo que eu não passo por aqui! o blog está até de cara nova, gostei!
Eu também estava sem tempo pra escrever. Mas não era a flta daquele tempo que se conta com os ponteiros de um relógio.Era o tempo que vale vida, que nos tiram horas e dias de vida.
Tratei de correr atrás do tempo perdido e voltei a escrever pra me redimir.
Quando quiser, a casa está de portas abertas: www.aoscacos.blogspot.com

Beijão!